O setor de energia solar no Brasil vem apresentando crescimento exponencial há mais de uma década. Com a chegada de 2026, investidores e empresários se perguntam: o retorno sobre investimento (ROI) de usinas solares ainda é atrativo? Este artigo analisa dados atualizados, tendências regulatórias, projeções de geração e aponta se vale a pena apostar nesse ativo sustentável e estratégico nos próximos anos.
O cenário atual do investimento em energia solar
Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 39 GW de potência instalada em energia solar fotovoltaica, segundo dados da ABSOLAR. Este crescimento foi impulsionado principalmente por usinas de geração distribuída e incentivos estaduais. Mesmo com a diminuição dos subsídios promovida pela Lei 14.300/2022, o setor se adaptou e continuou atraindo capital privado.
Em 2026, o mercado se consolida com três grandes pilares:
- Aumento da competitividade frente às fontes convencionais.
- Redução do custo por Watt-pico (Wp).
- Abertura total do mercado livre de energia.
ROI de usinas solares em 2026: o que mudou?
- Redução no CapEx:
Os custos de instalação caíram cerca de 12% nos últimos dois anos, impulsionados por:
- Avanços em painéis bifaciais e inversores inteligentes;
- Cadeia produtiva nacional mais madura;
- Incentivos para financiamentos verdes.
- Payback mais previsível:
Apesar da tarifa de uso da rede (TUSD Fio B) impactar a geração distribuída, usinas de médio e grande porte voltadas ao mercado livre mantêm payback entre 4 e 6 anos, dependendo da região e do modelo de contrato.
- Alta demanda por PPAs:
Empresas de médio porte, shoppings, indústrias e centros logísticos têm buscado contratos de longo prazo (PPAs) com energia solar, reduzindo riscos e aumentando o ROI para o investidor da usina.
Projeções para 2026: ainda é rentável?
Sim, e por várias razões estratégicas:
- Retorno líquido anual de 12% a 18%, dependendo do porte da usina;
- Valorização do ativo solar, principalmente em regiões com alta irradiação e infraestrutura de conexão;
- Baixa volatilidade, ideal para carteiras conservadoras de longo prazo;
- Benefícios fiscais em regimes como Incentivo à Geração Distribuída (IGD) e Finame Verde.
Comparativo: ROI da energia solar x outros investimentos em 2026
| Tipo de investimento | ROI médio anual (%) | Risco | Volatilidade |
| Usinas solares (PPA) | 12% – 18% | Baixo | Baixa |
| Imóveis comerciais | 6% – 9% | Médio | Média |
| Renda fixa (pós CDI) | 10% – 11% | Baixo | Baixa |
| Ações de energia (B3) | 15% – 20% | Alto | Alta |
Dicas para maximizar o ROI da sua usina solar em 2026
- Escolha terrenos em áreas com alta irradiação solar.
- Opte por PPAs indexados ao IPCA ou IGP-M.
- Invista em O&M de qualidade para garantir performance por 25+ anos.
- Considere consórcios para diluir custos iniciais.
FAQ – Perguntas Frequentes
1. Qual o ROI médio de uma usina solar em 2026?
Sim. A estrutura foi desenvolvida para se adaptar a diversos tipos de superfície plana, incluindo concreto, asfalto e solo compactado. Como utiliza lastro em vez de perfuração, ela pode ser instalada mesmo em locais com restrições estruturais, como terrenos arrendados, obras temporárias ou lajes com limitações de carga.
2. O que influencia o retorno financeiro de uma usina solar?
Com certeza. Esse é um dos maiores diferenciais da solução. Tanto os módulos fotovoltaicos quanto a Estrutura Fortlev são modulares e leves, permitindo desmontagem e transporte com agilidade. Isso viabiliza o uso em eventos, feiras, construções e até projetos off-grid com alto grau de mobilidade.
3. Vale mais a pena investir em geração distribuída ou mercado livre?
A manutenção da estrutura é extremamente simples. Por ser feita em polietileno de alta densidade com proteção UV, ela resiste bem à radiação solar, chuva, poeira e variações climáticas. Recomenda-se apenas inspeções visuais periódicas para verificar o nível do lastro e a integridade dos suportes, além de uma limpeza leve quando necessário.
Considerações finais
Mesmo com mudanças regulatórias e amadurecimento do mercado, o investimento em usinas solares em 2026 continua sendo uma das opções mais atrativas para quem busca retorno sólido, baixo risco e impacto ambiental positivo. Com a estratégia correta, é possível obter rentabilidade superior à média de mercado, garantindo um ativo valorizado por décadas.
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